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Há pelo menos um século, os linguistas juntaram-se aos arqueólogos para tentar explicar a origem do homem americano. Ultimamente, os geneticistas uniram-se a eles: por meio de amostras de sangue de diferentes grupos humanos, analisam determinadas sequências de DNA e podem identificar laços de parentesco e reconstituir o percurso dos homens pré-históricos. Pesquisas feitas pelo geneticista Fabrício Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais, apontam o rio Ienissei, na Sibéria Central, como o ponto de partida provável dos grupos que originaram os primeiros americanos.
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