Os rituais da morte expressam os sincretismos de várias culturas Origem
 | | | Triskle – Símbolo celta sugere um movimento cíclico, prospero e harmônico da vida, da morte e do renascimento |
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O encontro da cultura cristã com a cultura celta deu origem à comemoração do Dia de Finados. Os celtas ocuparam vastas regiões do continente europeu – tinham no seu calendário a festa conhecida como Samhain. Nesse dia, os celtas acreditavam que os dois mundos – o dos vivos e o dos mortos – ficavam muito próximos, tornando o momento oportuno para homenagear os ancestrais de forma alegre e festiva, pois acreditavam que a data marcava um novo período na vida. Cristãos
No século 11, o calendário cristão incorporou a ideia e criou o Dia de Finados, que deveria cair no dia 2 de novembro para não se sobrepor ao Dia de Todos os Santos, comemorado no dia 1º. A primeira celebração do dia dos mortos pelos povos católicos foi feita pelos monges beneditinos de Cluny, na França.
Para saber mais
O homem perante a morte, de Philippe Ariès, Francisco Alves. O livro do pesquisador francês trata a questão da morte do ponto de vista filosófico.
A morte é uma festa, de João José Reis, Companhia das Letras. História das atitudes diante da morte e do morto no Brasil do século 19.
Viva México!, documentário de Sergei Eisenstein. Vigoroso painel sobre a vida do povo mexicano.
Auto da Compadecida, filme de Guel Arraes. Filme trata a questão da morte do ponto de vista cristão.
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