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Crise econômica nos EUA
A economia americana passou por uma fase de expansão acelerada logo depois de 2001. Os juros do Federal Reserve (o Banco Central americano) vieram caindo para que a economia se recuperasse, e o setor de financiamento imobiliário se aproveitou desse momento de juros baixos e aumentou os crediários para clientes com garantias. A demanda por imóveis cresceu devido às grandes facilidades de empréstimos Mas o número de clientes com garantias é limitado e, para manter a economia aquecida, as empresas de financiamento imobiliário (fundos de investimentos, financiadoras e bancos) começaram a procurar pessoas com poucas ou nenhuma garantia, os clientes chamados "subprime", de renda muito baixa, por vezes com histórico de inadimplência e com dificuldade de comprovar renda. Esse empréstimo tem, assim, menor garantia de recebimento. No início do segundo semestre de 2007, começam a ser divulgados algum números negativos da economia norte-americana. A inadimplência aumentou e o temor de novos calotes fez o crédito sofrer uma desaceleração expressiva no país, desaquecendo a maior economia do planeta: menos liquidez (dinheiro disponível), gera a queda nas vendas e nos lucros das empresas, o desemprego aumenta e o circulo vai se fechando. O governo norte-americano lançou um pacote emergencial de ajuda, mas ainda não se sabe o tamanho da crise. Traga suas dúvidas sobre este tema que preocupa os mercados de todos os países. |
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| Bacharel e Licenciado em Geografia pela Universidade de São Paulo. Docente desde 1995, atua na área de Geografia em colégios e cursinhos da capital paulista. |
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