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Engenheiro de Petróleo e Gás | |
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Cursos também se expandem
O surgimento do curso de engenharia de petróleo e gás está diretamente ligado ao fim do monopólio da Petrobras, que, até então, formava seus próprios profissionais, contratando engenheiros de diversas áreas e dando-lhes a especialização necessária. Esses cursos surgiram para dar conta da demanda de profissionais criada pela entrada de novas empresas e pelo próprio crescimento da Petrobras. A grande maioria deles estreou a partir de 2005, o que dá uma idéia do quão nova é essa área e de como ela está se expandindo. Os primeiros dois anos do curso são dedicados a matérias consideradas básicas da área de engenharia, como cálculo, física e química. As disciplinas voltadas especificamente para o setor de petróleo são ministradas a partir do terceiro ano. Perfuração de poços e geologia do petróleo são algumas dessas matérias. O estágio ao final do curso é obrigatório, e é também uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho, que oferece salário inicial de cerca de R$ 2.000. Segundo Mônica Naccache, a falta de profissionais da área faz com que seja freqüente o assédio de empresas aos alunos, através de palestras e eventos que promovem nas universidades. Além do curso de graduação, a formação na área também se dá como habilitação ou extensão. Na Unicamp, por exemplo, a engenharia de petróleo é uma habilitação da engenharia mecânica.
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