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Ano
2000
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Maio
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| Soldados
israelenses montam guarda em Jerusalém |
Retirada
das tropas israelenses do sul do Líbano, depois de 22
anos de ocupação. O governo israelense se desgastava
com a ocupação do Líbano. A opinião
pública reagia cada vez que um soldado tombava vítima
da resistência libanesa. O primeiro-ministro israelense
Ehud Barak foi eleito com a promessa de uma retirada honrosa,
programada para julho. A pressão da guerrilha forçou
a antecipação da saída. |
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Julho
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Israel
e palestinos fazem reuniões oficiais, mas não
chegam a um acordo sobre o destino de Jerusalém. |
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Setembro
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No
dia 28, líder direitista israelense Ariel Sharon visita,
na Cidade Velha de Jeusalém, a Esplanada das Mesquitas
terceiro local mais sagrado para os muçulmanos
e declara que Israel não devolverá a cidade.
No dia seguinte, começam protestos reprimidos com violência
pelos israelenses. |
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Outubro
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| Ehud
Barak, primeiro-ministro israelense, refere-se pela primeira
vez em discurso à futura capital palestina, Al
Quds nome árabe de Jerusalém. Poderia
ser uma indicação de que Jerusalém
Oriental será devolvida aos árabes. A direita
israelense protesta. |
| Protestos
árabes em Gaza, em cidades palestinas ocupadas
e na Cidade Velha de Jerusalém Oriental provocam
mais conflitos violentos entre o Exército israelense
e palestinos, causando a morte de dezenas de pessoas.
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| No
dia 7, ONU condena Israel pela repressão violenta. |
Dois soldados israelenses são linchados por palestinos
que voltavam do enterro de jovem morto por tropas israelenses.
Helicópteros israelenses bombardeiam com foguetes
locais de Gaza e Ramallah. |
Em
17 de outubro, Yasser Arafat (Autoridade Palestina) e
Ehud Barak (primeiro-ministro de Israrel) fazem acordo
verbal de cessar-fogo durante reunião no Egito,
com mediação do presidente dos EUA, Bill
Clinton.
É aceito o compromisso de criar comissão
para apurar a responsabilidade pelo início dos
conflitos. |
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